.....Jard.Ima.Gin.Ária.....




Um alento-sempre
Contemplar o firmamento
Infinita-mente!

00:35
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As Mil e Uma Noites


Participação de Lia Chaia no trabalho Conchas de Livros de Teresa Berlinck. Cada convidado pensou em livros e ocupou um dos 30 nichos das estantes localizadas no térreo da biblioteca. Essa foto foi tirada minutos antes da desmontagem do trabalho da Lia. Abri a porta de vidro achando que os confetes iriam escorrer, ou melhor: jorrar como numa comporta de areia, mas não: escorreram um pouco e depois eu fui trazendo eles com uma pá, para uma caixa de papelão que coloquei ali embaixo. Foi ótimo receber a valiosa e linda colaboração dos 29 convidados das Conchas, OBRIGADÍSSIMA, galera!!! Teresa Berlinck

19:25
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+ 28 de outubro de 2006


Teresa Berlinck (euzinha), Vera Barros e Néle Azevedo posam na frente do prédio da Adelpha. Sabadão lindo, avaliação do que foi e possibilidades para o que será? Conhecer um monte de gente e a experiência coletiva talvez sejam as melhores coisas das empreitadas desse tipo.

19:21
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dia de avaliação


Reunião de Avaliação da Exposição do Pari - 28 de outubro de 2006
1- Compromisso dos artistas com o lugar e o evento desde o início
2- Definir grau de compromisso dos participantes: paga mais quem
participar menos
3-Relação entre trabalhos e espaço
4- Preocupação com que o projeto não seja institucionalizado
5- Falta de sinalização física e gráfica (mapa)
6- Um coordenador ???
7- Manutenção da exposição
8- Falta de envolvimento dos funcionários no projeto e uma visita
guiada com os funcionários
9- Mapear as bibliotecas para pensar um outro projeto
10- Não pensar que vamos salvar a biblioteca ,sem discurso filantrópico.
11- Menor tempo entre planejamento e execução
12- planejamento da exposição e dos trabalhos a serem apresentados
para ver pertinência
13- Catálogo com documentação a partir da estrela do pari
14- Roberta sugeriu o galpão onde aconteceu a exposição Labor /
nada ficou definido

ps: durante a reunião esquecemos de comentar a presença de Cecília no
processo, e talvez fosse interessante convidá-la para participar de
alguma forma

Estiveram presentes:
Alexandre, Amélia, Camile, Carla, Fernando, sentimos falta do
Penteado, Henk, Néli, Roberta, Rosângela, Teresas e Vera

particularmente eu achei muito boa a reunião.
fernando piao

18:50
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16:28
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memórias recolhidas por Andréa Tavares


Figuras desenhadas nas paredes. Desenhos feitos a partir de fotos de família. Fotografias da minha mãe quando criança. Meus avós se conheceram num baile de carnaval no antigo clube Lusitano, no bairro do Pari. O clube não existe mais. Os desenhos serão apagados no último dia da exposição.

16:22
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kantuta


fernando pião
A idéia é levar um fragmento da Bolívia em São Paulo para a Biblioteca Pública Adelpha Figueiredo, montando nela uma barraca da feira da Praça Kantúta no Pari, bairro que se tornou um reduto dos imigrantes bolivianos. Fazer este deslocamento para pôr em evidência, para reinscrever uma cultura marginalizada num espaço institucional, desterritorializando um e outra.

19:05
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o caminho do castelo


denise adams
fernando pião

Neste vídeo propomos discutir o acesso à biblioteca.
Assim como o agrimensor de Kafka em “O Castelo”,
procuramos experimentar percursos, aleatoriamente,
na cidade a fim de redimensioná-la e sublinhar
a importância desses espaços do saber que são as bibliotecas.

19:03
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Teresa Viana


22:10
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Sábados na biblioteca - 30 de setembro

Veridiana Zurita, organizadora do Sábado Performance, que teve apresentação da performance DesDobra Labirinto do Grupo Dobra; performance de Guto Lacaz e fala de Sérgio Basbaum - artista, músico, pesquisador, professor e profissional da Comunicação, Bacharel em Cinema (ECA-USP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP).





19:45
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sábados na biblioteca






dia 23 de setembro - Mesa com falas de Juliana Monachesi e Nelson Brissac,
seguida de conversa com o público presente; performance PERFORANCE
de Antoine Poncet no jardim da biblioteca Adelpha Figueiredo.
O artista francês, munido de furador e martelo, perfurou uma calça jeans;
uma camisa branca; um poster da obra FLAG de Jasper Johns;
um bloco de postit; um sapato e uma folha de papel de seda preta, além de paletó oferecido pelo artista Felipe Pires Ribeiro.

11:42
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16 de setembro - Olívia na biblioteca


11:37
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Conchas de Livros de Teresa Berlinck




Concha de Livro do convidado Roberto Stelzer; Concha da convidada Mariana Rocha; uma das estantes onde o trabalho em colaboração de Teresa Berlinck foi instalado

11:31
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Teresa Berlinck CONCHAS DE LIVROS


CONCHAS DE LIVROS - instalação, em colaboração com convidados especiais, em estantes da biblioteca. Nesse trabalho, frequentadores, amigos e artistas foram convidados a criar uma pequena ocupação que fosse relativa à sua relação pessoal com os livros. Cada uma dessas ocupações é apresentada em um nicho das estantes com portas de vidro localizadas no térreo da biblioteca. O título Conchas de Livros (Bookshells) é uma confusão de tradução com a palavra book shelf.
Os colaboradores desse trabalho são: Carla Venusa; Clarice Vasconcellos; Carolina Toledo; Roberto Stelzer; Samuel de Souza; Bruno Sipavícius; Lúcia Rosa;Mariana Rocha; Odete Ramos; Fernando Pião; Daniel Nogueira de Lima, Nina Moraes, Nazareno; Mirtes Marins; Fernando Limberger; Roberto Mainieri; Nahum H. Levin; Lucia Koch; Tiago Judas; Beto Grimaldi; Mara Gama; Iara Freiberg; Duílio Ferronato; Daniela Dinkelmann; Rochele Costi; Carlos Christofani; Lia Chaia; Vera Barros; Arnaldo Battaglini e Teresa Berlinck.

20:13
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A2


18:29
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ROSANGELA DORAZIO --- A2

A2, 2006-encadernações com fotocópias de páginas de diários e desenhos, textos e colagens feitos por convidados.
O trabalho A2 é constituído de, encadernações feitas com capas coloridas que contém fotocópias de diários meus e textos ou imagens de outras pessoas.
Utilizei vinte imagens para fazer as fotocópias e estas foram usadas nas encadernações de forma aleatória, sem pensar se eram ou não de um mesmo contexto ou período. Cada caderno tinha três imagens fotocopiadas misturadas a folhas em branco. Juntei aos cadernos uma caneta preta e passei a convidar pessoas para contar uma história da qual aquelas três imagens fizessem parte.
Fazem parte deste grupo de colaboradores artistas do Projeto Pari, freqüentadores da biblioteca, crianças e pessoas com as quais convivo. Eles eram convidados com as seguintes perguntas: “- Você gosta de desenhar ou escrever? Quer contar uma história? Aqui você tem algumas imagens que precisam fazer parte do livro e uma caneta hidrográfica preta para usar”.
Algumas pessoas desenharam, outras trabalharam com texto e imagem, outras escreveram e ainda houve quem fez colagem.
No projeto Pari, mostro estes cadernos feitos por mim e meus parceiros. As histórias são assinadas em conjunto. Histórias que são minhas e deles, como se através do diário cada um deles mudasse a minha história.

18:20
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Booklooks de Henk Nieman


Fotógrafo nascido na Holanda e radicado no Brasil, com uma obra que mescla elementos factuais e abstratos, Henk Nieman perguntou aos 30 artistas que participam desta exposição qual a página mais significativa do livro mais importante de suas vidas. As respostas orientam um trabalho obtido a partir da sobreposição de imagens, que aqui são registradas sob um duplo sentido: ao mesmo tempo que remetem ao ato físico da leitura, acontecido no presente em que o indivíduo absorve o texto e seus significados, também sugerem o caráter atemporal do conhecimento, que não deixa de ser uma forma de eternidade. Não à toa, os retratados estão sempre olhando para o infinito. É onde termina a inexplicável e maravilhosa experiência humana com a palavra.

19:10
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Confetti = arquivos + cor do tempo. antoine poncet@noos.fr


03:58
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"Neurônios em festa" Catherine Ferraz para Pari


23:56
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Sem título - Homenagem a J.P. de Ana Amélia Genioli


A obra Sem Título – Homenagem a JP de Ana Amélia Genioli, ocorre no vão livre do edifício, através de faixas de texto suspensas e inter-cruzadas. O espectador - leitor tem que mover-se, seguindo a direção das faixas, para dar continuidade à sua leitura. O texto parte da compilação de e-mails trocados pelos artistas, num período que marca a perda do idealizador do projeto da exposição, Jean Pierre Isnard, até o reencontro do grupo para dar prosseguimento ao projeto.

22:12
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TRANS - FORMAR (V)


A instalação tem tamanho indefinido, mas ocupa grande parte da sala. Existem 6 tipos de imagens xerocadas em papel jornal e elas são coladas diretamente sobre a parede com aquela “cola” que o pessoal usa na rua com o lambe-lambe. A partir daí, o trabalho ganha forma (bidimensional !) de acordo com a montagem estabelecida naquele minuto que meus olhos estão focados na parede. A formação do desenho depende dos papéis que são colados uns em cima dos outros e cortados minuciosamente. Com o feitio de “encaixar” cada forma na frente, atrás ou mais atrás ainda da outra, dá ao trabalho um desenho onde em certas partes é indistinguível a figura do fundo e a quantidade de planos que existem no desenho.
Está tudo aí, pronto para ser rodeado, e é importante e indispensável a conscientização de que sua cabeça vai mexer um pouco para os lados, e para cima, e para baixo sem que você perceba. Se isso acontecer, não se preocupe, de pouco em pouco você vai ver o trabalho inteiro.

Xerox s/ papel jornal, lambe-lambe

Carla Chaim
ca_chaim@walla.com

20:06
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Catavozes


Andar pelos arredores da Biblioteca Adelpha Figueiredo, no Pari, é deparar-se com carrinhos car-regados de papelão. Atrás do resto urbano, há gente. Pernas, braços... e rostos. Expressões pen-santes, falantes, ouvintes.

Transformar papelão usado em obras que, associadas a gravações de conversas com catadores, contribuam para desfazer idéias preconcebidas a respeito dessas pessoas, foi o aguçado por tudo aquilo que o olhar desnudava.

Incorporar o discurso, abrir a fala do que está por detrás do papelão, significa incluir pessoas que, por fazerem o serviço “sujo” , são mantidas na margi-nalidade.

Dar transparência ao que há de humano na cida-de, dar voz aos Catadores de Papelão, é o objetivo do trabalho.


Lúcia Rosa
lucia.ros@gmail.com

20:05
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Poema-Paisagem na biblioteca Adelpha Figueiredo de Néle Azevedo


Atuar nos espaços da cidade pode se assemelhar à construção de torres abstratas e cotidianas. Longas caminhadas pelo Pari possibilitaram tecer laços entre as associações do bairro, os comerciantes, a editora e a biblioteca; entre o dentro e o fora.

As janelas da biblioteca Adelpha Figueiredo funcionam, no trabalho, como elo entre interior e exterior. Tornam-se, por um lado, suporte à internalização da paisagem e, por outro, veículo à externalização dos poemas de Orides Fontela e de Paulo Matsushita. O poema-paisagem busca, não o plano geral que se abrange num lance de vista, mas o fragmento que está carregado de significação - o discurso visual de uma comunidade sintetizado no modo peculiar como o comerciante local dispõe suas mercadorias.

Desse modo, os poemas vistos pelo lado de fora das janelas tornam-se paisagem para o transeunte e o fragmento de paisagem torna-se poema no interior da biblioteca.

Néle Azevedo
neleazevedo@gmail.com

18:03
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maculando Adelpha
Meu trabalho adultera um dos retratos da bibliotecária Adelpha Figueiredo dentro da Biblioteca do Pari que leva o nome de Adelpha. As intenções do trabalho são 1.a de macular através de uma narrativa ficcional a presumida excelência da moral, a história e o caráter de Adelpha, e 2. a de desestabilizar a posição central e de destaque que este seu retrato ocupa, quer espacial quer miticamente. Vou poluir ficcionalmente o emérito caráter de Adelpha com temas ‘clássicos’ dos não-espaços das virtudes: o da leviandade, o da sexualidade incontrolável , dos exorcismos ecléticos e das religiões desviantes, até chegar às estórias de um seu admirador, bibliotecário necrófilo obsessivo. Visualmente o trabalho é um caleidoscópio de his/estórias lidas por entre desenhos, aquarelas, têxteis e um livro-guia narrativo. Ele equaciona um conjunto mural que procura questionar a inocência e dimensionar a potência que essas imagens e artefatos simbólicos (nos) imprimem.
f. marquespenteado

19:48
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F.Marquespenteado - Maculando Adelpha


maculando adelpha
f. marquespenteado

19:24
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Bruno Sipavicius- Pai e Filho



Pai e Filho
cores e formas
semelhanças
cuidados

14:23
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Sábados na Biblioteca

16 de setembro
das 11h as 17:30h - Abertura
das 11h as 17h - A Balada de Penélope: confecção interminável de tapete iniciado em maio de 2006
13h - Dobra: performance DobraLabirinto

23 de setembro
das 11h as 17h - A Balada de Penélope: confecção interminável de tapete iniciado em maio de 2006
15h - Antoine Poncet em performance
das 15:30h às 17:30h - Celso Favaretto, Juliana Monachesi e Nelson Brissac: Mesa de falas com críticos e curadores.

30 de setembro
das 15:30 às 17:30h - Guto Lacaz e Sérgio Basbaum:Mesa performática com críticos.

15 de outubro
12h - Monges Verdes: Vídeo da peregrinação desde a Catedral da Sé até a Biblioteca Adelpha Figueiredo
das 14:30 as 16h - Flávia Vivacqua, Nazareno, Néle Azevedo e Teresa Viana: conversa com artistas.
16h - Dobra: performance SinfoniaLabirinto.

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memórias recolhidas por Andréa Tavares
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Sábados na biblioteca - 30 de setembro

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